QUANDO TOMO UMA CERVEJA, TENHO QUE PEGAR VÁRIOS ATÁLIOS PARA FUGIR DA BLITZ,OU SEJA QUANDO TOMAMOS UMA CERVEJA, SOMOS CONSIDERADOS CRIMINOSOS, E SE A POLICIA NOS PEGAR SOMOS PRESOS JUNTOS COM CRIMINOSOS,ESTRUPADORES, LADRÕES,DROGADOS.
A lei é absurda por não prever um limite mínimo. O próprio INMETRO indica que deveria haver uma tolerância de pelo menos 0.1. Do modo como esta qualquer um pode ser multado, perder a carteira e ter o carro apreendido, mesmo quem nunca bebeu na vida. Brasileiro adora uma contravenção, jogo do bicho, bingo, sonegação do imposto de renda, macacos, e dentro em breve muitos dos que se dizem favoráveis hoje, vão estar agindo na ilegalidade. Não sou contra a lei, mas zero é impraticável, não existe, o instrumento não tem precisão para tal. Esta “estória” de permitido até 0.2 é mentira, quem duvidar é só ler o texto orginal da lei. Este “zero” que tanto se fala só existe em países arabes onde nem se usa bafômetro porque é proibida a fabricação e venda de bebidas alcoolicas por questões religiosas. Queremos que este limite “superior ao erro do aparelho” seja declarado na lei para podermos voltar a dirigir sem medo de sermos coagidos pela policia.
3 comentários
VIVIAN
1 de Agosto de 2008 às 12:26 pm
1QUANDO TOMO UMA CERVEJA, TENHO QUE PEGAR VÁRIOS ATÁLIOS PARA FUGIR DA BLITZ,OU SEJA QUANDO TOMAMOS UMA CERVEJA, SOMOS CONSIDERADOS CRIMINOSOS, E SE A POLICIA NOS PEGAR SOMOS PRESOS JUNTOS COM CRIMINOSOS,ESTRUPADORES, LADRÕES,DROGADOS.
ISSO É RIDÍCULOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!
Daniel
1 de Agosto de 2008 às 1:12 pm
2Pois é!
Hoje estamos aprendendo caminhos novos para driblar as blitz!
Está complicado…
Andre
8 de Agosto de 2008 às 2:40 pm
3A lei é absurda por não prever um limite mínimo. O próprio INMETRO indica que deveria haver uma tolerância de pelo menos 0.1. Do modo como esta qualquer um pode ser multado, perder a carteira e ter o carro apreendido, mesmo quem nunca bebeu na vida. Brasileiro adora uma contravenção, jogo do bicho, bingo, sonegação do imposto de renda, macacos, e dentro em breve muitos dos que se dizem favoráveis hoje, vão estar agindo na ilegalidade. Não sou contra a lei, mas zero é impraticável, não existe, o instrumento não tem precisão para tal. Esta “estória” de permitido até 0.2 é mentira, quem duvidar é só ler o texto orginal da lei. Este “zero” que tanto se fala só existe em países arabes onde nem se usa bafômetro porque é proibida a fabricação e venda de bebidas alcoolicas por questões religiosas. Queremos que este limite “superior ao erro do aparelho” seja declarado na lei para podermos voltar a dirigir sem medo de sermos coagidos pela policia.
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